Vírus – Tipos e Definições

O vírus, que todos conhecemos nada mais é que um código malicioso que tem alguma finalidade depois de instalado no seu computador. Existem alguns que só servem para travar seu sistema operacional, outros para que seu computador funcione como uma máquina zumbi, outros para roubar dados ou monitorá-lo e muitas outras finalidades, que nunca são boas e sempre visam um prejuízo ao infectado.

Segundo Wikipédia, O primeiro vírus para PC nasceu em 1986 e chamava-se Brain, era da classe dos Vírus de Boot, ou seja, danificava o sector de inicialização do disco rígido. A sua forma de propagação era através de um disquete contaminada. Apesar do Brain ser considerado o primeiro vírus conhecido, o título de primeiro código malicioso pertence ao Elk Cloner, escrito por Rich Skrenta.

Sendo assim, John McAfee, programador da Lockheed Air Corporation, empresa de aviação americana, desenvolveu o VirusScan, primeira vacina conhecida.

 

Vamos ver os tipos de vírus mais conhecidos:

 

  • Banker: Para roubo de informações bancárias.
  • Worm: Semelhante ao vírus, se espalha em uma rede sem interferência do usuário. (Vírus de E-mail, MSN)
  • Trojan: Programas que fazem algum tipo de atividade maléfica, porém não se espalham pela rede.
  • Hijack: É quando a página inicial do browser é alterada (sem ser pelo usuário) ou quando o sistema começa a abrir pop-us em navegações em sites que não tenham.
  • Exploit: É um programa que explora alguma falha no sistema ou em algum programa que esteja rodando.
  • Dialer: É um programa que usa um discador para números 0900 (telesexos, doações, etc.)
  • BackDoor: Programa que permite que o computador seja parcialmente monitorado ou controlado parcialmente ou totalmente por outra pessoa (remotamente).
  • Spyware: Vigiam as paginas de informações acessadas pelo o usuário e as transmite para o autor do arquivo. Usada muito para o roubo de senhas.
  • KeyLogger: São programinhas, geralmente instalados sem que o usuário perceba (mas que na maioria das vezes foi aceito pelo mesmo), que têm a função de capturar informações digitadas pelo usuário. Geralmente eles tentam capturar contas bancárias, senhas, cpfs e cartões de crédito. Depois de fazer a captura dos dados, eles são capazes de enviar a informação através de e-mails, fazer uploads para ftps, ou até mesmo permitir que o responsável pelo keylogger tenha acesso à máquina contaminada.
  • ImageLoogger: Para substituir os keyloggers foram criados programas que funcionam de forma bem similar, mas que têm a capacidade de tirar fotos da tela do computador. Existem imageloggers bem elaborados capazes de tirar fotos de pequenas regiões ao redor do local onde o botão do mouse foi pressionado (INTERNET BANK). Os asteriscos, o controle de brilho e a troca de posição dos números após cada clique no teclado virtual, é uma forma de se proteger.

Para concluir, não existe nenhuma ferramenta que nos proteja 100 % de ataques e pragas virtuais, por isso tenha cautela ao navegar na internet, ao usar e-mails, nunca clique no que não conheça, mais vale um pássaro na mão do que dois voando, ou melhor, um deslize você perde anos de trabalho.

 

Mais informações:

Cartilha Segurança para Internet
http://cartilha.cert.br/

http://www.antispam.br/videos/

http://www.antispam.br/

 

E você conhece algum artigo ou blog interessante sobre segurança? Deixe um comentário com o link!

 

(Créditos das imagens: pixabay.com)

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