Pesquisa da F-Secure mostra qual é a percepção das pessoas em relação às ameaças que circulam pela web

Qual dessas opções não é um tipo de ameaça virtual: worm, pishing, espartano, cavalo-de-troia ou bot? De bate-pronto, qualquer profissional de TI, ou pessoa que tenha conhecimento sobre informática, vai tirar da lista o espartano. Até porque não passa de um habitante da bélica cidade-estado grega de Esparta ou um adjetivo para algo que é tosco, mas eficiente. Certo? Certíssimo.

No, entanto, para muita gente, identificar os diferentes tipos de pragas virtuais não é tão simples assim. Um estudo realizado pela F-Secure em diferentes países mostrou que apenas 4% das pessoas entrevistadas sabiam que “Spartans” (espartanos, em inglês), não era um termo para algum tipo de ameaça virtual. Os mais informados foram os alemães – mais da metade deles soube dizer a expressão servia apenas para identificar os seguidores do rei Leônidas.

Chamado de Anual Online Wellbeing, o estudo identificou um número positivo – mais de 90% das pessoas possuem software de segurança instalado em seus computadores. Por outro lado, somente 21% de todos os respondentes sabiam que definições de antivírus precisam ser atualizadas diariamente. Isto indica que uma importante parcela dos usuários tem uma falsa sensação de segurança ao não se preocuparem com a atualização da licença de seus programas – sejam eles pagos ou gratuitos.


[ad#Adsense1]

Numa outra pergunta feita, 67% dos entrevistados disseram estar cientes que precisam mais do que o antivírus para manter seus PCs seguros e quase 90% sabiam dos riscos de serem infectados ao visitar um site malicioso, mesmo se não baixassem nenhum arquivo. Apenas 20% compreendem que o comportamento pessoal apropriado corresponde a um papel fundamental para evitar riscos de contaminação.

Em relação à confiança em seus programas de segurança, usuários da Índia são os que mais acreditam na eficácia do software de segurança (70%). Os americanos são os mais descrentes: além de desconfiarem de seus antivírus, a maioria disse não confiar em sites que se dizem seguros, como os que iniciam o endereço com https://. Já na França, os entrevistados confiavam mais na segurança de sites de compras online e internet banking do que no software antivírus.

O estudo foi realizado pela empresa de pesquisas Zoomerang, em dezembro de 2008, com usuários da internet com idades entre 20-40 anos. Foram entrevistadas 200 pessoas em cada um dos países citados: Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Índia e Hong Kong.

Fonte: Info Abril

Fique atualizado!

Fique atualizado!

Deixe seu e-mail abaixo e receba conteúdo exclusivo do blog.

You have Successfully Subscribed!