Todos os dias ouvimos falar em vírus que afetam centenas de computadores, pragas virtuais que roubam dados e prejudicam muitas empresas e usuários domésticos. Precisamos estar sempre atentos para não cairmos nas armadilhas virtuais, nossos e-mails são bombardeados todos os dias com mensagens falsas que colocam em risco a segurança na rede.

Pesquisa da eMarketer, empresa norte-americana especializada em estudos sobre a internet, aponta que o Brasil está em segundo lugar na lista de ataques sofridos, no ano passado, com 5.568, incluindo fraudes, roubos, brechas de segurança e interrupção de serviços. Os Estados Unidos lidera a estatística, com 26.792 ocorrências. Por isso, para se proteger, todo cuidado é pouco.

Na maioria das vezes os próprios usuários, por falta de informações, são infectados e prejudicados financeiramente ou  moralmente por isso. Segundo revista Veja, o Brasil é o quarto país mais contaminado por vírus e programas capazes de furtar informações, alterar ou destruir dados dos computadores, de acordo com dados da Microsoft.  A matéria ainda fala que um dos fatores dessa posição, por incrível que pareça é falta de informações dos usuários quando ao uso de recursos, tanto e-mails, sites e outros programas. As pessoas precisam ser educadas sempre, com mais informação vai ficar difícil enganá-las, afinal de contas quem vai querer ver a conta bancária atingir o saldo R$0,00.

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Visando diminuir os impactos do mal uso da internet, a Equipe de Respostas para Emergências em Computadores (NSBO), do Comitê Gestor da Internet no Brasil, lançou a versão 2.0 da Cartilha de Segurança. O documento foi dividido em sete partes: Conceitos de Segurança, Riscos Envolvidos no Uso da Internet e Métodos de Prevenção, Privacidade, Fraudes na Internet, Redes de Banda Larga e Redes Sem Fio (Wireless), Spam e Incidentes de Segurança e Uso Abusivo da Rede.

A cartilha está disponível no sítio (www.nbso.nic.br/docs/cartilha) . Inclui também um Checklist, com todas as recomendações em tópicos, e um Glossário, explicando os principais termos utilizados na informática. O objetivo é fornecer informações básicas para que o internauta tome mais cuidado, comenta Cassio Jordão Vecchiatti, representante da comunidade empresarial do Comitê.

Segundo Vecchiatti, o aumento dos ataques virtuais deve-se ao crescimento do número de internautas e ao aprendizado de todos, inclusive dos mal-intencionados. Para ter uma ideia, o acesso residencial à web cresceu mais de 50% em dois anos, conforme estudo do Ibope eRatings. Em fevereiro de 2001, eram 4,5 milhões de internautas ativos no País. No mesmo período deste ano, passaram a ser 7,5 milhões.


Nos últimos anos a internet foi bem popularizada no brasil e o uso das redes sociais e programas de mensagens instantâneas cresceram bastante. Os internautas querem navegar, fazer compras, mas alguns não estão preocupados com o que pode acontecer.

A regra básica, de acordo com ele, é sempre manter o antivírus atualizado e, principalmente quem usa banda larga, instalar um firewall pessoal. O firewall é um dispositivo de segurança usado para proteger o computador contra acessos não autorizados vindos da internet.

Para se proteger de vírus é recomendado  não abrir arquivos executáveis de pessoas desconhecidas. Nunca abrir e-mails de remetentes desconhecidos e também ignorar mensagens instantâneas estranhas, ou com conteúdos que não lhe interessam. Se for realmente necessário abri-los, deve-se usar o antivírus. Não há estatística de quantos vírus existem hoje, mas sabe-se que são milhões.

Veja mais detalhes sobre segurança e  uso consciente da internet na cartilha, baixe agora. www.nbso.nic.br/docs/cartilha

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